terça-feira, 14 de abril de 2009
Novo Vídeo de Wanessa (Camargo) e Ja Rule
Sinceramente, eu realmente achava que havia visto de tudo nesse mundo maravilhoso da Internet (vide Stefhany) mas não - o destino pregou uma peça mais uma vez.
Todos os dias, religiosamente, eu entro em 4 blogs, respetivamente: Bem Resolvida, Pop Crunch, Perez Hilton's e Entre A e B. Nessa minha rotina linda de coleta de informações essenciais para manter-me atualizada no mundo feminino de hoje em dia, encontrei algo muito, minha gente, mas muito incomum.
Eis que estava no "Entre A e B" quando INCORPOREI a notícia:
Wanessa (que não é mais Camargo) fez uma música com Ja Rule. E não contente com isso, fez um clipe também. E sim, ele já está no YouTube, para você, fã fervoroso da Dona Wanessa e que está morrendo de vontade de assisti-lo para baixar e colocar de toque de celular.
Deliciem-se:
http://www.youtube.com/watch?v=Et3jojKoN10
(coloquei o endereço pq não deixam mais fazer embedding. Mas não é vírus, pode clicar.)
Gente, vou nessa curtir meu Blackberry novo. Beijo!
domingo, 15 de março de 2009
Site Oficial da Stefhany
quarta-feira, 11 de março de 2009
Maria Mena

Maria Viktoria Mena é uma cantora e compositora norueguesa do mais puro poprock, que canta em inglês (então não entre em pânico porque dá, sim; pra cantar junto). Sua voz é única, com um timbre cristalino, como um soprano muito singular, que faz modulações mas não entra de forma alguma na classificação do som. Tem que ouvir, povo!
Suas letras expressam muito do que sente de forma realista e direta, algumas delas retiradas de fatos relatados em seu diário. Mena começou a desenvolver sua paixão pela música aos 13 anos, quando foi morar com o pai que é músico, e após muita encheção de saco conseguiu convencê-lo a deixar ela gravar uma demo, que logo mais foi apresentada (e aprovada) à Sony Music, uma das maiores gravadoras; contratando-a para fazer parte de seu selo.
Uma de suas música, "My Lullaby", alcançou o 5o lugar nas paradas norueguesas, tocando em toda rádio que se prezasse.
Maria Mena tem 5 álbuns: "Another Phase", "Apparently Unaffected", "Cause and Effect", "Mellow" e "White Turns Blue."
Agora, de incentivo, aí vão alguns vídeos da músicas que eu gosto mais dela:
- "Nevermind Me" - http://www.youtube.com/watch?v=Cu8UDOFn5U8
- "All This Time" - http://www.youtube.com/watch?v=dZekQl7vwZs
- "Miss You Love" - http://www.youtube.com/watch?v=U-AG3LYAM3w
- "Just Hold Me" - http://www.youtube.com/watch?v=02_NLgATkv0
- "Our Battles" - http://www.youtube.com/watch?v=5LGGOZD7Yz0
Pra quem viciar, (depois de baixar tudo, porque não vi pra vender CD dela aqui), entra no www.myspace.com/mariamena que tem todas do CD mais recente e no blog dela, mariamenamusic.no.
Pronto, agora que você arranjou o que escutar, divirta-se. Um beijo.
Tori Amos: Novo Álbum!

1. 'Give'
2. 'Welcome to England'
3. 'Strong Black Vine
'4. 'Flavor'
5. 'Not Dying Today'
6. 'Maybe California'
7. 'Curtain Call'
8. 'Fire to Your Plain'
9. 'Police Me'
10. 'That Guy'
11. 'Abnormally Attracted to Sin'
12. '500 Miles'
13. 'Mary Jane'
14. 'Starling'
15. 'Fast Horse'
16. 'Ophelia'
17. 'Lady in Blue'
(Vi no Perez Hilton)
Realmente, são muitas faixas. Mas considerando o fato que eu não gostei muito da fase "Bouncing Off Clouds Dela", fico na espera, pra saber se volta a Tori das antigas. E quanto à capa, eu fiquei com inveja - quero um CD com uma capa assim também.
Pra você que não conhece nada da Tori Amos, aí estão alguns vídeos que eu gosto:
http://www.youtube.com/watch?v=L6LBR38WfuU - "Silent All Theses Years", ao vivo
http://www.youtube.com/watch?v=Vt0p1yOky-o - "1000 Oceans", ao vivo no Rosie O' Donnel
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
A de Ayo
Ayo, que é um mix de etnias – “é alemã, filha de nigeriano com romena criada entre ciganos e vive entre Nova York e Paris” (trecho da revista Marie Claire) – traz toda essa bagagem cultural para as suas músicas, variando entre os ritmos africanos, a pegada soul e uma pitada de reggae; com direito a um blues instantâneo ao inserir o órgão elétrico em suas composições. Mesmo para quem não gosta desses estilos, vale a pena escutar: acredite, você nunca ouviu nada igual.
“Gravity At Last”, o seu último álbum; já está à venda em grandes livrarias, tem 13 músicas e custa, em média, R$30,00. Destaque para o já mencionado “Slow Slow” e “Love And Hate” (http://www.youtube.com/watch?v=Bb29y6vFL6U ).
Adieu =*
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Compondo Com Renata Castillo
Vou começar pela minha teoria da intensidade. Não, não estou falando de Física (cruz-credo, bate três vezes na madeira!) e sim de uma sensação extrema, inexplicável e única – a intensidade da música. Meu conceito de “música fantástica” nasceu dessa teoria.
Quer compor? Comece pela intensidade, não há erro.
Aqui está uma lista de músicas que eu considero que contenham uma certa intensidade apropriada:
- “The Heart Of The Matter” – do Eagles, mas na versão da India Arie
- “Autumn’s Monologue” – do From Autumn to Ashes
- “You” – do compositor de música eletrônica, Schiller, em parceira com Colbie Caillat
- “Let Me Sign” – de Robert Pattinson, da trilha de Crepúsculo
- “Now We Are Free” – de Hans Zimmer, da trilha de Gladiador
- “A Thousand Oceans” – de Tori Amos
- “Moondance” – versão de Michael Bublé
- “Where Are You Going” – Dave Mattews Band
- “Gravity” – John Mayer
- “So Beautiful” – Peter Murray
E por aí vai…
Você não precisa ser William Sheakespeare para escrever versos absurdamente fantásticos. Na verdade, é bom até não ser um Sheakespeare – aí a mensagem é expressa de uma maneira que a compreensão torna-se mais fácil.
Uma das ferramentas que eu pessoalmente gosto de usar nas letras são os sentidos. Afinal, se você descrever uma determinada situação na sua estrofe com o auxílio de alguns elementos sensoriais (como por exemplo, gosto e cheiro) fica mais fácil de cumprir a tarefa de “transporte” do ouvinte e, como muitas vezes acontece, até o intérprete é transportado. Eu adoro canções com esse tipo de coisa. Por exemplo, a música “So Beautiful” de Peter Murray, já mencionada, tem dois versos que eu acho simplesmente muito bem colocado:
“God, my fingers burn,
Now, when I think of touching your hair”
(Deus, meus dedos queimam
Agora, só de pensar em tocar os seus cabelos)
Esses versos passam a sensação exata do que o Eu Lírico sente ao tocar os cabelos da pessoa desejada. É como se nossos dedos queimassem também.
Outra coisa que me chamou atenção esses dias são as canções que pussem letras que contam algum tipo de história como se nós, ouvintes, já soubéssemos do contexto. Por exemplo, “Let Me Sign”, de Pattinson:
“Standing by a broken tree
Her hands are all twisted
She's pointing at me
I was damned by light coming
Over I see
She spoke with a voice that
Disrupted the sky
She said walk on over here it's a bit of shade
I will wrap you in my arms
And she say
Let me sign
Let me sign”
(Em pé ao lado de uma árvore quebrada
Suas mãos estão torcidas
Ela está apontando para mim
Eu fui condenado pela luz que está vindo
Por cima eu vejo
Ela falou com uma voz que
Rompeu o céu
Ela disse “venha aqui que há um pouco de sombra,
Eu te envolverei nos meu braços”
E ela disse
“Deixe-me marcar,
“Deixe-me marcar")
O contexto geral não fora explicado, mas a canção por si exprime a idéia principal, que é o fato do Eu Lírico convencer-se de sua condenação aparente e a figura feminina salvá-lo de alguma forma.
Uma característica dessa canção é a direção que ela toma, que por mais simples que seja (a canção tem apenas os versos acima), tem frases fortes como “romper o céu”, “envolver nos braços”; que fazem uma diferença enorme quando se vêm a cantá-la. Agora, colocando isso em prática, vou dar um exemplo:
Comprei um pássaro
Ele cantava músicas legais
Quis comprar outro igual
Para presentear minha mãe
Fazendo um twist nesse verso tosco, com todos argumentos que eu apresentei, ficaria assim:
Com as últimas moedas do bolso, comprei o pássaro cor-de-fogo.
Moedas geladas, assim como o inverno nas maçãs do meu rosto.
Ouve-se o entoar de um cântico legendário,
Que fluía dos pulmões daquele pássaro como as labaredas dançantes da lareira.
Com este presente que me alegrei e para minha mãe concederei
Como memória de seu amor por mim.
Entendeu? Coloque em prática. Isso mudou a minha vida e a vida dos que me escutam também.
Não gosto de falar sobre arranjos, principalmente porque estamos num país livre e existe uma coisa chamada música contemporânea, onde a regra é a exceção.
Sejamos honestos com nós mesmos – quem não gosta de solar? Solar é muito bom, mas também tem que ser dosado, principalmente se o tipo de público não tem afinidade alguma com instrumentais. Não estou falando para você, de repente, encurtar o seu solo de piano em “It Don’t Mean a Thing (If It Ain't Got That Swing)”, porque seria loucura. Eu digo, se você estiver tocando alguma coisa para ouvidos populares, seja bonzinho – quase ninguém tem o ouviu e a capacidade de apreciação para determinados estilos como você tem.
Eu peço, apenas, que você não estrague uma música sua com um arranjo porcaria. Você pode ter a letra perfeita, mas se não tiver o arranjo perfeito, diga adeus à tão sonhada intensidade. Pronto, não quero mais falar sobre arranjos.
De Ouvidos Bem Abertos
Por fim, gostaria de salientar uma das piores coisas dos músicos de plantão – acostumar com um estilo só. Ou seja, área de conforto musical.
Eu sou uma pessoa que só gostava de metal, isso uns 5 anos atrás. Tudo o que eu escrevia na época acabava ficando meio igual, porque não tem muito o que inovar quando o estilo é sempre o mesmo!
O que é muito procurado – e bem pago – hoje em dia é o diferencial de cada músico e manter seus ouvidos bem abertos vai ajudar a desenvolver esse diferencial. Por exemplo, imagine dois compositores de música pop (daquelas de rádio mesmo). Um escuta vários outros estilos, enquanto o outro escuta a rádio onde as músicas dele tocam. Qual que vai se desenvolver mais? Lógico que o primeiro, que escuta vários estilo e até inconscientemente passa a incorporar essas influências nas suas músicas, o que sempre é visto como legal – vide Madonna, que ta sempre inovando – e bem aceito pelo público.
Seja diferente. Isso se aplica também para o pessoal que canta. Uma dica? Se alguém falar que a sua voz não é feita para determinado estilo, tente cantar esse estilo (com exceção de ópera, musica indiana e belting ahaha); e você acabará desenvolvendo um estilo próprio.
E lembre-se: não existe restrição na temática de composição – escreva o que você quiser, inspire-se com o que você puder. Mas antes de sermos compositores, somos poetas, então pense para quem você está escrevendo; assim você saberá como escrever para passar a mensagem e garantir a intensidade de maneira instantânea.
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Acredito que eu consegui passar o recado - ufa!
Vou aproveitar e me auto-promover: www.myspace.com/RENATADISE - algumas músicas minhas, enjoy!
Um beijo =*
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Lua Nova
Eu vou contar o livro todo para meus amigos preguiçosos. Ok? Ok. Então tchau se você não quiser saber a história, porque não quero ouvir reclamações depois.
No post anterior prometi falar sobre Lua Nova no próximo, e aqui estou eu; falando sobre uma das minhas coisas favoritas nesse mundo. Concluí minha leitura da Crepuscularia inteira – Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer – alguns dias atrás, mas quando estiver próximo do filme, lerei de novo; porque é simplesmente incrível. Então lá vamos nós:
Lua Nova
A continuação de Crepúsculo traz de volta a situação do romance proibido entre Bella Swan e Edward Cullen, o vampiro. No auge de seu relacionamento, Bella completa dezoito anos, sempre insistindo em juntar-se a Edward pela eternidade; quando Alice (irmã de Edward) resolve comemorar a data e ocorre um imprevisto.
Ao abrir um dos presentes, a protagonista – Bella – corta seu dedo com o papel do embrulho, o que é suficiente para causar um transtorno na casa, iniciado por Jasper; parceiro de Alice, que foi um dos últimos que se juntou à família de vampiros vegetarianos. Como resultado, a casa dos Cullen foi um pouco destruída e Bella não só tinha um corte no dedo, mas também lesões com cacos de vidro e variados. Um momento muito forte é quando Carslile (pai dos Cullen) está fazendo a sutura no braço de Bella e Esme e Edward saem da sala, com os narizes tapados – um sinal de vulnerabilidade.
Logo após o incidente, Edward torna-se frio (mais do que Bella estava acostumada em alguns momentos) e indiferente em sua relação. Um tempo depois, este marca um encontro com ela para terminar o relacionamento e juntar-se à sua família, em algum lugar longe de Forks. O vampiro utiliza-se de palavras duras para terminar o relacionamento e deixa Bella devastada:
“(...) – Você... não... me quer? – experimentei dizer, confusa pelo modo como as palavras soavam, colocadas nessa ordem.
- Não.
Eu olhei, sem compreender, nos olhos dele. Ele me fitava de volta sem desculpas. (...)” (extraído do original “Lua Nova”, de Stephenie Meyer, pág. 58)
Bella permanece em um estado catatônico durante meses, como se estivesse morta por dentro, pois pensa que perdera Edward para sempre.
Neste meio tempo, uma figura volta à tona – Jacob Black, filho de Billy Black; que era amigo de Bella e entendia muito de mecânica. Bella volta a ser alegre ao encontrar uma verdadeira amizade em Jacob Black, e às vezes questiona-se se ela pode amá-lo mais como um amigo ou não, sem esperanças que Edward voltasse. Mas mesmo assim, ela passa a ouvir a voz de Edward, de uma forma muito estranha toda vez que ela está em perigo – o que faz sentido, considerando-se o hábito de Edward de ser superprotetor com a moça.
Semanas se passam até que ela e Jacob vão ao cinema com Mike Newton (que também tinha sentimentos por Bella) e os dois passam mal.
Mike Newton estava com uma simples virose, mas Jacob não – Jacob desaparece por um tempo e Bella fica preocupada. Ele passa a não recebê-la mais em sua casa. Bella não desiste e continua a tentar vê-lo, até que um dia este entra pela janela de seu quarto e, sem dizer com todas as palavras, deu a entender que se transformou em um Lobisomem. Bella passa a conviver com um novo Jacob, que não possui mais o seu corpo de dezesseis anos e mostra-se muito maduro e desenvolvido; com o temperamento também alterado.
Jacob, certo dia, comenta com Bella que muitos deles gostam de pular do penhasco, direto para o rio, para diversão e a moça se empolga. Jacob some por um tempo, aí Bella não agüenta e resolve passar por grandes emoções – pula do penhasco, mas é salva por Jacob.
Certo tempo depois, Alice, a irmã de Edward entra em contato com Bella e avisa-a que seu amado corre perigo, pois este foi aos Volturi – os vampiros bam bam bam da Itália, que matam qualquer um, sem esforço – para morrer; pois Alice enxergou Bella pulando do penhasco, dando a idéia que havia morrido. Não recebeu a visão que a menina foi salva, pois como estava com um lobisomem, Alice não pode enxergar.
Logo as duas vão para a Itália, atrás de Edward, e o final de história, eu vou deixar pra voc~es que vão assistir o filme.
**************
Eu gostei, gostei demais. Não sei como pude viver esse tempo todo sem a Crepuscularia. E além de tudo, o filme vai ser lançado em novembro nos EUA, dezembro pro Brasil se não me engano – e tem umas coisas legais que eu tenho lido por aí:
- Jane, uma vampira que é auxiliar indispensável do Volturi, talvez seja interpretada por Dakota Fanning, de “Grande Menina, Pequena Mulher”, “Coraline”, “Amigo Oculto”...
- Taylor Launter, o Jacob Black de Crepúsculo tem a sua presença confirmada em Lua Nova, e eu estou curiosíssima pra saber como é que eles vão fazer o fofíssimo Launter virar um “ô lá em casa”.
- Todos os atores do primeiro filme têm sua presença confirmada em Lua Nova
- A trilha sonora já está sendo desenvolvida, o que me deixa muito feliz, porque para ser feita com essa antecedência, não vai estar nada menos que incrível. Eu, por mais addicted que pareça, escrevi duas músicas depois de ler Crepúsculo e Lua Nova, super relacionadas ao filme. Quem me dera vender para Stephenie! Hahaha. Cantar ao lado de Robert Pattinson – eu teria um ataque do coração.
- Tem uma campanha no site oficial do Robert Pattinson pra juntar uma super galera e ir na premiére aqui do Brasil, se pá eu vou me juntar u.u. O site é: http://www.robertpattinson.com.br/index.php
Um beijo, =*
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Katy Perry no ''Show da Virada'' da Gringa
Nao tinha opiniao formada sobre Katy Perry - tenho umas duas musicas dela no meu Ipod (uma delas sendo a conhecidissima ''I Kissed a Girl'' http://www.youtube.com/watch?v=tAp9BKosZXs ), mas nunca procurei avaliar se eh bom o ruim, pra mim so era. Mas agora eu tenho. Bring it on bitches - ela cantou mal, sim; no show da virada de rico (conhecido como show alguma coisa na Times Square). Nao tava la pra assitir, mas tava assistindo ao vivo da tv, e meldelsdosseu. Que absurdo.
Meu irmao sempre tem umas perguntas avulsas de musica e pergunta direto pra mim. Ai dona Perry cantando ontem, e ele :
- Re, quem eh essa dai?
- Eh a Katy Perry, puis pra tocar no carro hoje. Sabe a do ''I Kissed a Girl...'' (isso pq ela tava cantando essa musica)
- Nossa, serio? Mas ela ta cantando mal ai neh?
Nao lembro a enrolada que dei na hora, porque eu nao gosto de esculachar de primeira, mas verdade eh que foi ruim. Nao sei se eh porque estava frio ou pq ela estava nervosa, mas ficou estranho, parecia cover. Como minha amiga Lucy ja disse; a pior coisa que deve existir prum famoso eh que nao reconhecam ele quando olham ou escutam; o que eu concordo completamente. Entao, entre outras palavras, pra Perry parecer cover da Perry alguma coisa estava errada.
Nao sei se somos nos que estamos acostumados com os belissimos resultados das maracutaias de estudio ou se foi um bad voice day pra ela, mas conceitos tem que ser revistos.
Nao gostei. Sim, tudo isso pra dize que nao gostei!
Um Beijo =*
sábado, 27 de dezembro de 2008
Christina Aguilera X Lady Gaga
Lady Gaga (esquerda) e Xtina- Essa eh a mais famosa, Just Dance, que eu ouvi primeiro, que tocou la no lance do M. Universo: http://www.youtube.com/watch?v=M65zI9LH-as .
- Essa eh a que esta nas radios agora, Poker Face: http://www.youtube.com/watch?v=8d27Hj8Gg9o , que nao eh minha preferida, mas adorei a superproducao do clipe, uma versao ultramaximizada de Stronger, da Britney Spears.
- E essa eh minha favorita, http://www.youtube.com/watch?v=8d27Hj8Gg9o Beautiful, Dirty, Rich. Adoro falar junto com ela no comeco! Hoho
Mas se vc entende de musica boa vai perceber que esse estilo nao rolou pra Aguilera, porque assim; eu adoro TUDO dela, desde a musica da Mulan (Reflection) ate Candyman e variados, pq esse simplesmente nao rolou mesmo. Ate pra Britney rolou (Circus ta bonzao, Womanizer http://www.youtube.com/watch?v=gZSLIq6YiRY faz parte da minha listinha da malhacao nossa de cada dia tb).
Entao veja, compare, e me diz se nao eh um absurdo a diva se desdivar pra imitar outra quase electro diva.
Akon, good as it gets
Divirtam-se!
sábado, 6 de dezembro de 2008
Cuidado Amy!
A faixa que está fazendo acontecer nas paradas de sucesso é "Sweet About Me", o que me parece uma mistura da própria Amy com Joss Stone, mas sem os ultra-guetto-graves.
Aqui está o link pro vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ElY5Gr845F , vale a pena escutar!